Correr seguindo os pasos dos grandes pintores: 8 cidades que marcaram a história da arte
- audreyubertino
- há 3 horas
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Desde as oficinas da Renascença italiana até aos imensos afrescos mexicanos, as cidades sempre foram fontes de inspiração para os artistas. Algumas viram nascer grandes mestres, outras tornaram-se o berço de novas correntes artísticas ou atraíram pintores em busca de novas inspirações. Para este novo episódio da nossa série «Correr nas pegadas de…», a JOOKS leva-o numa viagem por quatro continentes, à descoberta de oito cidades onde a história da pintura foi escrita. De Florença a Montreal, passando por Amesterdão, Paris ou Quioto, calce os ténis e parta à descoberta dos grandes nomes e das obras que moldaram a nossa visão do mundo.
Florença (Itália) - No coração do Renascimento

A nossa viagem começa em Florença, onde a arte ocidental sofreu uma verdadeira revolução a partir do século XV.
Berço do Renascimento italiano, Florença atraía, na altura, os maiores artistas da época graças ao mecenato de famílias poderosas como os Médici. Botticelli, Leonardo da Vinci, Miguel Ângelo e Rafael participaram neste renascimento artístico que colocou o ser humano e a observação do mundo no centro das obras. A cidade conserva hoje um património excecional, nomeadamente na Galeria dos Uffizi, onde se encontram reunidas algumas das obras-primas desse período. Com o JOOKS, percorra as ruas de Florença e descubra as praças, os palácios e as igrejas que ainda hoje testemunham essa época de ouro artístico.
Amesterdão (Países Baixos) - A Idade de Ouro holandesa

Algumas décadas mais tarde, a arte floresceu no norte da Europa, numa Amesterdão que se tinha tornado um dos grandes centros económicos e culturais do continente.
No século XVII, os pintores holandeses desenvolveram um estilo particularmente atento às cenas da vida quotidiana, às paisagens, aos retratos e aos jogos de luz. Rembrandt tornou-se uma das figuras mais importantes deste período, enquanto Vermeer revolucionou a pintura intimista. Dois séculos mais tarde, outro artista marcaria profundamente a imagem da cidade: Vincent van Gogh. O Rijksmuseum e o Museu Van Gogh permitem hoje avaliar a importância desta tradição artística. Ao correr por Amesterdão com a JOOKS, descubra a cidade que viu florescer várias gerações de grandes pintores holandeses.
Madrid (Espanha) - Os mestres da corte espanhola

Depois de Florença e Amesterdão, a nossa viagem leva-nos a Espanha, onde a pintura floresceu, nomeadamente sob a proteção da monarquia.
Em Madrid, o palácio real e a corte atraem os artistas mais talentosos do país. Diego Velázquez torna-se assim o pintor oficial de Filipe IV e cria retratos que se contam entre as obras-primas do Século de Ouro espanhol. No século seguinte, Francisco de Goya renovou, por sua vez, a pintura espanhola, passando dos retratos da corte para obras muito mais sombrias e pessoais. O Museu do Prado conserva uma impressionante coleção das suas obras, enquanto o Museu Reina Sofía permite descobrir outra faceta da arte espanhola, com destaque para Picasso. Com a JOOKS, explore Madrid seguindo os passos destes grandes mestres.
Paris (França) - Quando os pintores saem do estúdio

Depois dos grandes mestres protegidos pelos poderosos, uma nova geração de artistas procurará libertar-se das convenções: rumo a Paris, a capital artística do século XIX.
Nas ruas de Montmartre, nas margens do Sena ou nos cafés, pintores e artistas reúnem-se e experimentam novas formas de representar o mundo. Monet, Renoir, Degas, Manet e os seus contemporâneos revolucionam os códigos da pintura e dão origem ao impressionismo. Em vez de procurarem uma representação perfeitamente realista, interessam-se pelos efeitos de luz, pelas cores e pelas impressões fugazes. Hoje, o Museu d’Orsay alberga uma das mais importantes coleções impressionistas do mundo. Com o JOOKS, percorra Paris e descubra os locais que alimentaram esta revolução artística.
Nova Iorque (Estados Unidos) – A nova capital da arte

No século XX, o centro de gravidade artístico foi-se deslocando progressivamente para os Estados Unidos, e Nova Iorque tornou-se um dos principais centros de criação a nível mundial.
Após a Segunda Guerra Mundial, a cidade assistiu ao surgimento do expressionismo abstrato, impulsionado nomeadamente por Jackson Pollock, antes de se tornar o palco da Pop Art com Andy Warhol. Mais tarde, Jean-Michel Basquiat impôs o seu estilo cru e colorido tanto nas galerias como nas ruas de Manhattan. O Museum of Modern Art e o Whitney Museum são hoje testemunhos desta incrível efervescência artística. Com o JOOKS, explore Nova Iorque através dos seus bairros e avenidas, onde se cruzaram algumas das figuras mais marcantes da arte contemporânea americana.
Cidade do México (México) - Quando a pintura toma conta das paredes

Após as experiências em Nova Iorque, a nossa viagem atravessa o continente americano para chegar a uma cidade onde os artistas optaram por sair dos museus para ocupar diretamente o espaço público.
No século XX, a Cidade do México tornou-se o centro do muralismo mexicano, um movimento artístico que transformou as paredes dos edifícios em imensos afrescos que narravam a história e as lutas do povo mexicano. Diego Rivera, José Clemente Orozco e David Alfaro Siqueiros contam-se entre as suas principais figuras. A pintura torna-se, assim, um meio de tornar a arte acessível a todos e de construir uma identidade nacional após a Revolução Mexicana. Frida Kahlo, outra figura marcante da arte mexicana, desenvolve, por sua vez, uma obra profundamente pessoal. Com a JOOKS, descubra uma capital onde a arte também se encontra nas ruas.
Quioto (Japão) - Os mestres da gravura japonesa

Para descobrir uma outra visão da arte, a nossa viagem deixa o continente americano e atravessa o Pacífico até ao Japão, onde uma tradição artística singular se desenvolveu ao longo dos séculos.
Antiga capital imperial, Quioto manteve-se durante muito tempo um importante centro da cultura japonesa. A arte da gravura ukiyo-e encontrou ali, em particular, um ambiente propício, com obras que retratam paisagens, cenas da vida quotidiana, atores de teatro ou belezas femininas. Artistas como Hokusai e Hiroshige contribuíram para divulgar esta estética muito para além do Japão e influenciaram profundamente os pintores europeus do século XIX. Com a JOOKS, percorra as ruas tradicionais de Quioto e descubra uma cidade onde a arte se expressa tanto nas gravuras como na arquitetura e nos jardins.
Montreal (Canadá) - A arte toma conta da cidade

Última etapa da nossa viagem, Montreal leva-nos de volta ao continente americano, mas a um universo artístico decididamente contemporâneo, onde as paredes se transformam, por sua vez, em telas.
Há várias décadas que Montreal se tem afirmado como uma cidade particularmente dinâmica no domínio da arte urbana. Frescos monumentais, murais coloridos e obras de arte urbana transformam progressivamente os bairros e conferem uma nova dimensão ao espaço público. O festival MURAL, em particular, contribuiu para tornar a cidade um destino reconhecido pela arte urbana. Esta criação contemporânea faz eco, à sua maneira, ao muralismo mexicano que descobrimos anteriormente na nossa viagem: em ambos os casos, a arte sai das galerias para ir ao encontro dos transeuntes. Com a JOOKS, explore Montreal e as suas obras ao ar livre.
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